No dia em que um panteão de nuvens vermelhas como o sangue da ferida aberta nascer do horizonte quadrado de uma jaula,
Em que a chuva caiará por sobre a terra não com seu típico tom de melancolia por sobre as pessoas estáticas, mas sim com um tom atípico de jocosidade
E o sol, esse gigantesco orbe de luz e desespero eclipsado pousar sobre o mar com um aspecto mais gélido
E até a lua se levantar não trazendo o rumor dos oceanos e a escuridão dos amantes, mais sim uma tempestade caustica de luz branca e ventos sólidos
Será esse o ultimo dia do homem na terra.
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