sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Horizonte

Uma linha apática se estende por sobre o mar
Separando com punhos de ferro o escuro azul das águas
Dos belicosos umbrais do claríssimo céu
Quando se põe o sol
Tal linha falha
E deixa as réstias de luz banharem-se na beira do mar
Quando chega a noite
O chamado horizonte acaba de sumir
E céu e mar tornam-se juntos
Escuridão.

Um comentário:

  1. Simplesmente complexo,o tão longo efêmero dia quando cessa na união dos intocáveis.

    Brilhante! =D

    Pode continuar, pois tem talento!

    Nando

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